11/04/2008

Nightmares at sleep and woke up

A Marie chega lá em casa sábado. Adotei uma gatinha de um cara aqui do trampo, cuja gata deu cria.
E aí chega meu chefe (outro, não o do primeiro post; tenho coleção de chefes aqui, hehehe) e começa a falar que gato se apega apenas ao lugar, e não ao dono. E que gato é um bicho traiçoeiro.
-- O senhor já teve gato?
-- Não.
-- Ah.
Of course not. Aí eu falei "cachorro é que é um bicho BOBO". E interesseiro. E dependente. Aí eu ia começar a falar que, aliás, as pessoas confundem muuuuito dependência com amor, inclusive nos relacionamentos humanos, mas então, thank God, eu fiquei quietinha. O assunto ia se aprofundar muito, o processador Pentium 2 dele não suportaria (eu também detesto essas piadinhas informatiqueiras, mas aqui é praticamente impossível, porque se você não usar essa linguagem para TUDO, NINGUÉM vai entender, porque só entendem ISSO aqui. SÓ. E nem tanto quanto deveriam.
Anyways, eu gosto de cachorro, apesar de ter um pouco de medo deles. É muito legal como eles nos entendem, é um relacionamento muito feliz.

***

Tive um pesadelão: tinha combinado com o Marquinhos de ele ir lá em casa sexta à noite. O esperei até a manhã seguinte, quando chegou lá como se nada tivesse acontecido. Briguei com ele, e ouvi um monte de groselha de término de namoro por causa da minha "mania de controlar" (duro lembrar que algo nesses moldes já aconteceu comigo). E nosso casamento estava preparado para o dia seguinte.
Depois todo mundo no buffet (meu CASAMENTO com BUFFET; pesadelo meeeishmo) estava com uma metranca de brinquedo diferente uma da outra. oO' E o Marcos simplesmente desistiu de casar. Assim, horas antes. Gosh.
Mais tarde, sonhei que a Marie já tinha chegado em casa, mas estava já adulta, e só rosnava para nós, mostrando os dentões e garras. Foi tão triste. Sabia que comer demais à noite não ia me fazer bem. Shit.

***

No ônibus, vindo para o trampo, encontrei um cara com quem estudei no primeiro colegial, há 6 anos. Que ba-ra-to. Ele estava de terno, todo arrumadinho... Hahaha... É engraçado e difícil perceber que crescemos. Está fazendo direito! Que loucura. Falei que estava como temporária, e ele ficou assustado também. Me perguntou "você ainda é roqueira?", hahaha, não é a primeira pessoa que me faz exatamente essa pergunta. "Sim, ainda toco guitarra, tenho uma banda com o Ciro... Mas agora tenho que andar toda comportadinha, sacumé...". Ele usando terno é que sabe. Ahhh, foi demais! Adoro quando essas coisas acontecem.

***

E o outro chefe aqui, pra minha colega:
-- Você conhece Arueira?
-- Ah, sim, acho que é travessa com a...
-- Não! Um civil que trabalha aqui!
-- Ah... não conheço, não.
E eu agora com ARUÊ ARUÔÔÔ... METAL WARRIOOOOR (?) na cabeça.

09/04/2008

Missing thrashdeathheavyblack metal

Ah, outro dia foi tão legal! Minha mãe ligou, falando que estava tocando Seek & Destroy na Kiss. E depois tocou Symphony of Destruction, e depois Ace os Spades! Ô saudade do meu thrashzinho, viu? E aí no outro bloco veio "I was made for loving you, baby; you were made for loving me...", que glaça.
Meu projeto de site vai estar pronto até semana que vem, e vou poder vender meus handmade works fofos. Isso me deixa tão entusiasmada! E agora fiquei ainda mais: Ruuuun, liiive to flyyyy, flyyy to liiiiive, aaaceeeees hiiiiiiiiIIIIIIIIIIIIIIgh.

Este artigo de um dos meus blogs favoritos me fez lembrar que uma vez, lá no Shopping Center Norte, eu fui num troço que se chamava "O Mago". Era uma estátua de velho de barba branca e chapéu de Merlin super tosca, com um computador mais tosco ainda na barriga. Digitei meu nome e data de nascimento, e escolhi a opção Vidas Passadas. Segundo ele, fui artesã, no século IV.
Eu fico numa espécie de transe quando faço crochê. Será que é porque estou, tipo assim, "revivendo" algo? Será? Tá, é besteira, mas passou na minha mente por um milésimo de segundo. Não é im-pres-sio-nan-te como nossos pensamentos são rápidos?

01/04/2008

Ardências

Passei um lindo final de semana on the beach. Dormi de bruços; costas vermelhas e ardendo e barriga ainda branca. Comi muito sal, fiquei à milanesa. Vi o nascer do sol de uma vista privilegiada, dormi ouvindo o mar.

***

Tive o maior pesadelo, hoje. Eu estava na casa do meu menino, e era bem simples... Estávamos ele, minha mãe, minha irmã e eu. A mãe dele chegou e começou a xingar todo mundo. Mas eu não encanei; continuei lendo o livro que tinha nas mãos, sorrindo. Ela gritou: "por que está com esse sorrisinho na cara?!", e eu respondi: "não é porque você é infeliz e xinga a mim e à minha família que eu vou ser como você. Continuo feliz como sempre fui e sempre vou ser".