27/10/2008

Cara!... :)

Cara, Suede!
Cara, REM!
Cara, cover do Placebo!
Cara, cover do Rammstein!
Cara, Deathstars!
Cara, cover de Cure!
Cara, Depeche Mode!
Cara, que som bom!
Cara, que bumbo delicioso!
Cara, essa batida é um tesão!

Cara, tô tão feliz!
Eu também. Tô muito feliz. Tô feliz pra caralho.

:)

26/10/2008

You are the perfect drug

Agora sim it's everything exactly how should be.
NINFest sexta. Som maravilhoso. Lugar ótimo. Cerveja boa. Companhia perfeita.
Ocean sábado. Som maravilhoso. Lugar ótimo. Cerveja ruim. Companhia perfeita.
Reunião de TCC domingo. Amigos esplêndidos. Desenhos chatos (ao menos as mesinhas com as cadeirinhas me lembram o logo do Rammstein). Cerveja mediana. Ligação perfeita. Da companhia perfeita.
Noites perfeitas.

22/10/2008

A alegria de Emma, a agonia de Debora

A alegria de Emma. Um filme alemão que feliz Debora assistiu. Mais que assistiu; sentiu. Isso porque a razão (pequenina razão) dela não estava focada na silverscreen, mas em sua própria respiração, que estava totalmente incontrolável. Ela ouviu The Special One dizer, da maneira que ela sempre sonhou que alguém falasse sempre com ela: "Relaxa... Respira fundo". E ela até conseguiu algumas vezes, mas a história se desenrolava de uma maneira tão boa, tão perfeita, que chegava a incomodá-la.

The Special One permaneceu estático. E isso era como um soco no estômago a cada inspiração. E então o sofrimento se iniciou, e até agora está aumentando gradativamente. Queria observar de longe, mas mas não aprendi a ne separar dos sentimentos da boca do estômago. Em minha alma não há apartheid. Em meu cérebro não há racionalidade; lado direito atrofiado. Sou primata. Sou primitiva.
Why do you telephone?...
And why do you hang around?...
I'm so sorry...

Fiquei condicionada a criar e recriar as cenas todas e as coisas externas me deram tapas ardidos na bochecha, renegando meus anseios.
-- Você é muito preocupada com horário; relaxa!...
-- Ah... Ah é... É?
-- *aceno positivo*
-- :/ Mas eu vou mudar.

Esta noite só me ensinou a respirar fundo e diminuir a velocidade rasgante do meu olhar e pensamento. Aprendi também que de alguma forma amar = sofrer, porque minha esperança escorregou por entre meus dedos como areia branca e fofinha.
Será que agora vou me culpar pelo que passou? Me culpar pelo que criei? Me culpar pelo futuro? As três coisas.
How should I be? I wish I was who I should be for you to like me a little bit.

E algumas coisas emergiram; dores que inconscientemente joguei para baixo do tapete. Mas não sei se estou apta para curá-la agora; acho que vou curti-la.

Um papelzinho amarelo amassado se torna realmente importante. O verdadeiro barato é a emoção, para quem mergulha cegamente nela como eu, porque essa inversão de importância que as coisas revelam é imensa em tal estado quase patológico.
Será que sou eu a psicótica? Sei que estou (sou?) neurótica.

***

Alright. Thank you for existing. Maybe that's enough.

21/10/2008

Marilyn Lennon

Ouvindo Holy Wood do Marilyn Manson neste final de semana. Fiquei feliz porque relembrei bons velhos tempos, bons recém-passados tempos e visualizei um pouquinho de futuro. :)
E foi gostoso perceber de novo a influência do John Lennon em Lamb of God.
"There was Lennon in the happy gun..."
"Nothing's gonna change the world..."

E eu simplesmente tinha me esquecido que Disposable Teens existia. Ah, como foi bom ouvir de novo a música que eu ouvia obsessivamente quando era uma disposable teen. :)

***

Substituí meu celular por um novo celular velho.
Substutuí o vício em Snake pelo vício em Solitaire.

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I'm so anxious these days que não consigo pensar em coisas sobre as quais possa colocar aqui sem que Escombo fique nauseado.

15/10/2008

I believe in miracles

É, nenhum ovni so far.
Mas quem precisa de corpos não conhecidos com aquela lua repleta de luz e encanto? Laranja, imensa, imponente, com nuvens negras dançando ao seu redor.
E então a lua foi embora (né, Dani?).

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Ah, Poder Universal, me perdoe pela impaciência; não sei como pude me esquecer que você não falha se bem manuseado.
A praga da mãe tá terminando de pegar da maneira mais deliciosa there is.
Ligações nas horas e ocasiões certas, silêncios ótimos. Looks like a miracle.
Quando fiz a lista do que eu queria em um cara não imaginei que (re) apareceria de maneira inusitada alguém que preenche 95% dos requisitos (e eu fui bastante exigente e específica nos sessenta e poucos itens!). Looks and FEELS like a miracle. :)

14/10/2008

My whole new life's arriving -- a really empty post

Já são 12:40 e nada de ETs descendo aqui para trocar uma idéia cu nóis. Frustrating. Tinha colocado a trilha sonora perfeita para o evento: The Age of the Understandment do Last Shadow Puppets. :D É, Bruno, acho que era mesmo só um boatinho misticóide.

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Sábado fui à Tribe asquerosona de novo, vi um perfeito cover de Marilyn Manson e enjoied the perfect company. :)
Vomitaram em mim, bati a cabeça num prego na parede... E mesmo com essas coisas bobas que acontecem às vezes (não vou nem mencionar Varandona), tenho muito mais motivos para sorrir do que para chorar. Na verdade, tenho um só motivo para sorrir, mas ele é tão imenso que é maior que quase tudo. :)

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Cheguei atrasada no escritório porque dormi mais que profundamente no ônibus. Passei uns 7 pontos. Acordei me sentindo doente; o sol estava muito forte.
E há 15 minutos eu estava comendo meu lanchinho no banco da praça (que acabou de ser reformada e está fofa) e alguma ave cagou na minha cabeça. Mas claro que eu não reclamo; só agradeço, afinal, podia ter caído no meu almoço.
Isso é que é ser otimista.

10/10/2008

Impressões impressionistas - So come dance this silence down through the morning...

Na Joli com a Mª Marcolina tem um prediozinho cuja maltratada fachada tem um desenho que vergonhosamente não sei de onde nem quando é, mas que me lembrou perfeitamente um dos quados "Catedral" do Monet. Enxerguei a construção deliciosamente impressionista. Essa visão tão bela aconteceu ao mesmo tempo em que Richard Kruspe solava em Heirate Mich. Aquela última nota touches me deeply. Como me fizesse recordar o que não existiu, ou algo que existiu há muito tempo, ou faz parar o próprio tempo, tornando tudo eterno... Ah!... Essas modulações que não entendo racionalmente por (ainda) não ser profunda conhecedora de teoria musical mas com as quais me encanto...!

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Praga de mãe pega. Mas até agora só pegou pela metade; Poder Universal, cadê o resto, porra?

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Início de primavera frio e úmido. Meus dedos gelados e duros agradecem.
Passou um Mondeo grafite (nunca tinha visto; coisa divina) bem devagar na minha frente, me dizendo que nem tudo está perdido, e que na verdade tudo está ganho; precisamos (às vezes a contragosto só porque somos ceguinhos) perder algo que achávamos ser tudo para vir algo muito melhor.

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Às 8h 40min tocou Mr. Jones do Cowting Crows na Kiss, e devo dizer que foi uma das nostalgias mais intensas (porém efêmeras) que tive nos últimos tempos. Voltei automaticamente para 2001, quando meu sonho era ser a big star (e ainda é) e ter uma grey guitar (tenho uma black agora). Naquela época eu estava meio hipnotizada com Picasso (big parênteses -- fui na Bienal de Arte de 1996, quando tinha oito anos, e total pirei naquelas mulheres tortas; vi Paul Klee também, mas infelizmente só me lembro de um quadro azul acinzentado com flechinhas que acho que não vi depois de ter me tornado uma profunda admiradora desse pintor, que hoje está no meu top 10 de pessoas que me inspiram e me causam admiração. Da Bienal lembro também de uma sala com quatro telões, cada um exibindo um palhaço extremamente bored e preguiçoso, com cara de bunda. E não sei porquê eu não queria sair de lá nunca mais) e nem imaginava que um dia Bob Dylan estaria preenchendo meu medíocre About Me do orkut com uma estrofe estilizada de uma ótima (redundância) música dele.

All of the beautiful colors are very very meaningful...
Yeah, you know, grey's my favorite color
(ironicamente estou totalmente dressed in grey hoje)
I felt so symbolic yesterday
If I knew Picasso I would buy myself a grey guitar and play...

07/10/2008

Something I should know.

Mania de perseguição.
Pensamentos positivos desesperadamente enfileirados.
Seemann tocando. Jetzt stehst du da an der Laterne mit Tränen im Gesicht.
"Talvez o futuro já exista", diz meu inconsciente me presenteando com a teoria que me gabo de saber enquanto minha consciência levemente manchada de remorsos antigos me alerta: "deixar de praticar essa teoria pode ser letal".
Chega de professoras gritando.
Chega de Varandona gritando.
E a escola está tão brochante que estou sem tesão até para fazer o trabalho sobre a Bauhaus.

06/10/2008

Sonambulismos e pesadelismos

Estávamos minha mãe, minha irmã e eu assistindo Around the Bend (aqui no Brasil com o constrangedor título "Segredos de Família"). A Bia obviamente não agüentou (aproveitando minha querida trema que só viverá até janeiro) e capotou. Mamãe e eu vimos a pieguice clichê americana até o fim, provavelmente só por causa da canastrice do Christopher Walken e do perfil do ator principal cujo nome eu não memorizei.
Quando mamã foi acordar maninha...
-- Biazinha... Acorda; Vamos dormir na caminha, vamos?
-- Hmnnmnnmm... Quem é?!
-- É a mamãe, lindinha. Vamos para a cama.
-- Caraaaaaaalho... -- disse minha mana, como uma pudim de cana -- A tatuagem!!! -- disse enquanto apontava para o próprio queixo com ímpeto -- Aqui, aqui, ó!!! A tatuagem!
-- Vamos para a caaama, Bia! -- Minha mãe pronunciou entre estridentes gargalhadas.
-- Ai, mamãe... Vai tomar no cu. :) -- com a voz mais doce do mundo!
-- Putza... Não tô entendendo nada...
-- E não é para entender, mesmo!
Dormimos rachando o bico. É por essas e outras que sempre agradeço por ter a família mais maravilhosa do Universo.
Amo vocês infinitamente, buabuãs!

***

Sonhei que estava com minha mãe num sítio, conversando no quintal. Estávamos falando sobre móveis (fucking DI, fuck off) e ela chegou perto de uma árvore e começou a arrancar galhos até destruí-la toda, enquanto eu implorava para ela parar. Até então, eu estava com o corpo voltado para a casa (que era encantadora, por sinal). Quando olhei para trás, vi a pior e mais assustadora cena ever: infinitos troncos de árvore derrubados. Infinitos mesmo; um mar de árvores mortas. E era tudo escuro, as cores que meu subconsciente criou eram próximas do roxo e do cinza, tudo verdadeiramente triste. Gritei e chorei no instante em que pus meus olhos naquilo, e depois virei, sem coragem de encarar aquela desgraça novamente.