24/03/2010

Hey hey, what can I do?

Ontem acordei bem, de um sonho trivial com o teatro, que inclusive me está matando de cansaço e me obrigando um esforço fora do comum com a criatividade. Eu tinha virado tanto na cama que me enrosquei perigosamente na coberta, fiquei praticamente imóvel.
Estava indo para o trabalho a pé, como quase sempre. E o Rafa estava no carro parado no farol, indo para o trampo dele. Corri (mas nessa hora tudo ficou em câmera lenta) para ir beijá-lo; já estava com saudade por não tê-lo visto ontem e não poder vê-lo hoje novamente. Oh, Deus, ele estava mais bonito do que nunca. Já viu uma pessoa que fica mais bela a cada dia que passa? Foi uma cena tão, tão linda que a estou repetindo na mente desde então. Espero que não fique gasta. :)

Eu adoro coisas inesperadas e inusitadas; eu praticamente vivo só para isso.

Preciso estar constantemente apaixonada por tudo, e acho que essa é minha maior necessidade. Consegue ser ainda maior que minha necessidade por segurança. E é por isso que eu falo (e acho que abordo de uma maneira positiva) "it's better burn out than to fade away".

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