Eu estava ouvindo um cd do London After Midnight, a faixa Where good girls go to die, no fone de ouvido aqui no serivço. A bateria é super marcada, deliciosa, e na hora da virada "tá, tá, tátátá!", meu colega, que estava do meu lado, tamborilou a mesa e-xa-ta-men-te no mesmo ritmo. E ele não estava ouvindo! Que mágico!
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Falei da entrevista que fiz na semana passada e não recebi retorno, no post anterior. Pois eu liguei para a Designer ontem, na maior cara de pau. Porque eu tinha sido burra o suficiente de não ter levado meu portifólio... A pessoa quer trabalhar com desenho e não leva o portifólio. Que burrice. Mas então eu propus outro encontro para ela ver meus trabalhos, e hoje às 15h30 eu estarei lá na porta do escritório. E se alguém ler isso aqui até lá, façam novenas, mandingas e orações, por favor. :-D Os desenhos que vou mostrar são muito bons, mas uma rezinha braba pode dar um empurrãozinho, quem sabe?
(O título do post parece tão sério, que achei muito engraçado.)
E no meu cochilo da hora do almoço de ontem, não é que eu sonhei com o moço com nome de tigre de pelúcia? Eu e meus devaneios... Acho que não vale a pena, que não aconteceria nada AT ALL, but my heart keeps on fooling me.
E agora estou meio deprê porque ficou meio óbvio que meu coração bobo não é correspondido, e é tão frustrante... Tenho que relaxar e mentalizar as mesmas coisas que mentalizei quando o cara que era meu namorado há mais de dois anos simplesmente desligou o telefone na minha cara e SUMIU: "Se não é com ele, é porque tem alguém melhor para mim, somewhere". Mas Deus, eu nem quero alguém melhor, eu nem quero alguém por muito tempo. Só queria que alguém gostasse de mim de vez em quando. :-P Eu sou uma menina tão legalzinha!
Maybe I'm amazed of the way you fool me all the time, hold me all night, maybe I'm amazed of the way I really need you... Ouvir Paul McCartney fase boa e chorar um tiquinho por dentro é tão bão.
E outra noite eu tive um sonho terrível. Estava no shopping, toda maquiada, salto alto, cabelo arrumadinho, porque estava trabalhando num lugar chique. E para compor a produção, eu estava enrolada numa toalha molhada e pequena, que não cobria todas as partes despudoradas de meu corpo ao mesmo tempo. E então eu procurava o banheiro para poder me trocar ou simplesmente me esconder, e não encontrava no fucking way! E aí tinha homem me xavecando e querendo me catar porque estava conseguindo ver minha bunda, mulher rindo da minha cara de pavor... Que horrível! Detesto esses sonhos que tenho quando estou ansiosa.
E olha a música que começa agora: "Baby I'm yours... And I'll be yours until the Sun no longer shines...", um cover que o Arctic Monkeys fez de sei lá quem. Uma fofura melosa, grrr.
Putz, quinta-feira passada fiz uma entrevista. A mulher falou que ia me ligar até segunda e... Bem, ela não ligou. E eu queria MUITO esse emprego. E ainda quero.
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Esta noite tive um sonho engraçado. Tinha conhecido um cara no ônibus, e ele era bem bonito, mas não o meu tipo; era loiro e alto. Começou a puxar papo, e ele era incrivelmente culto, de modo que me derreti. E então eu pedi o telefone dele, e ele falou: "Anota o número do meu elevador!"... tipo... número do elevador???... E eu falei "ah, tudo bem, passa aí", como se fosse uma coisa completamente normal! E então ele começou a falar, e os números de elevadores pelo jeito tinham 24 números, pois ele falou 6 grupinhos de 4 dígitos para mim, que não conseguia anotar no fucking way. Eu ia escrevendo um embaixo do outro, e aí ia para cima de novo e perdia a noção da ordem... Acho que meu subconsciente não entende linearidade (?), porque eu simplesmente não consegui escrever um grupo atrás do outro. Por que será? E aí eu acabei desistindo de anotar o número do elevador dele e resolvi escrever meu e-mail. Quem disse que eu conseguia acertar meu e-mail? Uma hora eu escrevia dborhelena, outra hora escrevia deboraelena, outra, deborahelenareznnnde... oO' e para escrever g-m-a-i-l? Foi um sufoco! Depois, sei lá, da décima vez, consegui escrever inteiro, mas rasurado.
Número do elevador é FODA...
Faz tempo que não posto. I knew that it would happen. Tanta coisa mudou nesse meio-tempo. Primeiro pensei que seria a pior época da minha vida, e depois de quatro dias percebi que este é o começo de uma nova e maravilhosa era para mim e minha família.
Primeiro, aquele sonho do último post se concretizou, mas não daquele jeito como um filme americano. Pareceu mais uma novela mexicana. E mais um monte de merda foi acontecendo, efeito dominó. Depois de uma semana tudo começou a melhorar! E agora inúmeras coisas boas estão acontecendo, fresquinhas! Oportunidades profissionais, pessoas ótimas entrando na minha vida, algumas outras tão ótimas quanto reaparecendo nela... Alegria pura!
Estou sentindo frio na barriga depois de tanto tempo. Acho o entusiasmo um sentimento quase necessário. Estou grata de poder experimentá-lo novamente.
Mais três semanas de aula e de loucura total. Milhões de trabalhos que consumirão 80% dos finais de semana. A recompensa está próxima; nas férias eu vou ler muito, sair muito para dançar, ir muito na igreja, e, principalmente, compor muito e tocar muita guitarra. O Aqui vai de-co-lar, people. You'll all see.
Como pode alguém ficar ouvindo "I was happy in the haze of a drunken hour, But heaven knows I'm miserable now" e ficar felicíssima? Acho que é porque a minha situação é exatamente oposta a isso.
Thaaaank, God!
A Marie chega lá em casa sábado. Adotei uma gatinha de um cara aqui do trampo, cuja gata deu cria.
E aí chega meu chefe (outro, não o do primeiro post; tenho coleção de chefes aqui, hehehe) e começa a falar que gato se apega apenas ao lugar, e não ao dono. E que gato é um bicho traiçoeiro.
-- O senhor já teve gato?
-- Não.
-- Ah.
Of course not. Aí eu falei "cachorro é que é um bicho BOBO". E interesseiro. E dependente. Aí eu ia começar a falar que, aliás, as pessoas confundem muuuuito dependência com amor, inclusive nos relacionamentos humanos, mas então, thank God, eu fiquei quietinha. O assunto ia se aprofundar muito, o processador Pentium 2 dele não suportaria (eu também detesto essas piadinhas informatiqueiras, mas aqui é praticamente impossível, porque se você não usar essa linguagem para TUDO, NINGUÉM vai entender, porque só entendem ISSO aqui. SÓ. E nem tanto quanto deveriam.
Anyways, eu gosto de cachorro, apesar de ter um pouco de medo deles. É muito legal como eles nos entendem, é um relacionamento muito feliz.
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Tive um pesadelão: tinha combinado com o Marquinhos de ele ir lá em casa sexta à noite. O esperei até a manhã seguinte, quando chegou lá como se nada tivesse acontecido. Briguei com ele, e ouvi um monte de groselha de término de namoro por causa da minha "mania de controlar" (duro lembrar que algo nesses moldes já aconteceu comigo). E nosso casamento estava preparado para o dia seguinte.
Depois todo mundo no buffet (meu CASAMENTO com BUFFET; pesadelo meeeishmo) estava com uma metranca de brinquedo diferente uma da outra. oO' E o Marcos simplesmente desistiu de casar. Assim, horas antes. Gosh.
Mais tarde, sonhei que a Marie já tinha chegado em casa, mas estava já adulta, e só rosnava para nós, mostrando os dentões e garras. Foi tão triste. Sabia que comer demais à noite não ia me fazer bem. Shit.
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No ônibus, vindo para o trampo, encontrei um cara com quem estudei no primeiro colegial, há 6 anos. Que ba-ra-to. Ele estava de terno, todo arrumadinho... Hahaha... É engraçado e difícil perceber que crescemos. Está fazendo direito! Que loucura. Falei que estava como temporária, e ele ficou assustado também. Me perguntou "você ainda é roqueira?", hahaha, não é a primeira pessoa que me faz exatamente essa pergunta. "Sim, ainda toco guitarra, tenho uma banda com o Ciro... Mas agora tenho que andar toda comportadinha, sacumé...". Ele usando terno é que sabe. Ahhh, foi demais! Adoro quando essas coisas acontecem.
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E o outro chefe aqui, pra minha colega:
-- Você conhece Arueira?
-- Ah, sim, acho que é travessa com a...
-- Não! Um civil que trabalha aqui!
-- Ah... não conheço, não.
E eu agora com ARUÊ ARUÔÔÔ... METAL WARRIOOOOR (?) na cabeça.
Ah, outro dia foi tão legal! Minha mãe ligou, falando que estava tocando Seek & Destroy na Kiss. E depois tocou Symphony of Destruction, e depois Ace os Spades! Ô saudade do meu thrashzinho, viu? E aí no outro bloco veio "I was made for loving you, baby; you were made for loving me...", que glaça.
Meu projeto de site vai estar pronto até semana que vem, e vou poder vender meus handmade works fofos. Isso me deixa tão entusiasmada! E agora fiquei ainda mais: Ruuuun, liiive to flyyyy, flyyy to liiiiive, aaaceeeees hiiiiiiiiIIIIIIIIIIIIIIgh.
Este artigo de um dos meus blogs favoritos me fez lembrar que uma vez, lá no Shopping Center Norte, eu fui num troço que se chamava "O Mago". Era uma estátua de velho de barba branca e chapéu de Merlin super tosca, com um computador mais tosco ainda na barriga. Digitei meu nome e data de nascimento, e escolhi a opção Vidas Passadas. Segundo ele, fui artesã, no século IV.
Eu fico numa espécie de transe quando faço crochê. Será que é porque estou, tipo assim, "revivendo" algo? Será? Tá, é besteira, mas passou na minha mente por um milésimo de segundo. Não é im-pres-sio-nan-te como nossos pensamentos são rápidos?
Passei um lindo final de semana on the beach. Dormi de bruços; costas vermelhas e ardendo e barriga ainda branca. Comi muito sal, fiquei à milanesa. Vi o nascer do sol de uma vista privilegiada, dormi ouvindo o mar.
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Tive o maior pesadelo, hoje. Eu estava na casa do meu menino, e era bem simples... Estávamos ele, minha mãe, minha irmã e eu. A mãe dele chegou e começou a xingar todo mundo. Mas eu não encanei; continuei lendo o livro que tinha nas mãos, sorrindo. Ela gritou: "por que está com esse sorrisinho na cara?!", e eu respondi: "não é porque você é infeliz e xinga a mim e à minha família que eu vou ser como você. Continuo feliz como sempre fui e sempre vou ser".
O problema é que aqui tem gente assim: sabe aqueles cachorrinhos peludos? Parecem gordos, mas dê um banho nele e verá que não passa dum magrelinho tremendo. Exatamente assim. Só que não é pêlo, é patente. E não é água, é mais patente.
Mas sabe, eu sempre levo tudo da melhor maneira possível: vejo o lado bom das pessoas, tenho esperança no ser humano, procuro não ter raiva.
What a fucking dream:
Eu morava em uma casa, e minha amiga Priscila (que não vejo pessoalmente há uns 7 anos) e sua mãe estavam me visitando. A mãe dela estava com muito sono, mal-humorada... Não sei ao certo o que ela tinha. E então ela começou a tocar o piano, e disse que amaaaava esse instrumento. Ficou visivelmente melhor. Eu tinha um piano e uma mesona de jantar. Só em sonho, mesmo.
Mais tarde, todas nós (Priscila e a mãe, a Bia e minha mãe) sentamos à grande mesa e fizemos uma deliciosa refeição. Que é isso? Isso quer dizer algua coisa? Vou pedir pro meu terapeuta ler; só ele mesmo para tentar entender uma coisa tão nada a ver assim.

