O bailarino

Você apareceu, pela última vez, numa época em que eu estava bastante azeda. Fez cobranças bem humoradas, e fiquei azeda e ácida. Espero que perdoe tudo isso, pois naquele dia eu tinha ficado manhã e tarde inteiros na cama delirando com a gripe, e lá pelas 18h tomei um banho e saí num frio de lascar para ir à aula de Linguagem do Corpo lááá na Vila Mariana, e guess what? Não tinha aula no dia. De volta para Santana, meu amado, maravilhoso, prestativo e lindo namorado me cobriu e estava indo em direção à cozinha fazer um chazinho para moi, quando ouvimos sua voz gritando meu nome. Eu já estava quase chorando.

Nem preciso desejar sorte ou bom tratamento ou qualquer coisa assim, porque te conheço e sei, simplesmente sei, que você está sempre bem. Não mudaria as coisas agora.
Não te desejei feliz aniversário porque me lembro de você sempre, e em geral não dou muita importância para datas assim. Espero que me perdoe como já perdoou outras merdinhas quaisquer.
Eu amo você, meu amigo, e você mora no meu coração.

O Pedroca ia lá pra casa depois da escola e dormia, agarrando meu leão amarelo de pelúcia depois de comer algumas bolachas maisena. Dançava The Frail e The Wretched do Nine Inch Nails. Jogava as cartas e descobria as coisas mais profundas da minha vida.

Tenha uma boa viagem!

In fear of fear

Pela primeira vez com medo de dormir por algo que eu vi sem ser na tv, no cinema ou em livro. E também não vi "ao vivo".
Só uma pessoa sabe o que vi, o que faz parecer o fato especial. Tudo que apenas algumas pessoas importantes sabem é especial. Mas acho que outras pessoas próximas já viram aquelas coisas também. E eu sinto muito por elas. Sinto por mim.
Tenho um pouco de medo de dormir, agora.

***

Agora, para mentir para mim mesma sobre o motivo de ter um blog, vou responder o questionário que roubei (e devidamente editei) dum blog legal que encontrei no perfil do Thiago - Besteiras e Poemas.
(Aliás, adoro responder perguntas. Tava pensando em fazer jornalismo, porque amo ler e escrever e esses meus dotes -- hahahaha! -- têm me dado muita satisfação na vida profissional, mas lá no coiso da universidade barata li que uma das coisas que se aprende é fazer entrevistas. Mas quero é responder, portanto, vou continuar de uma vez por todas meu plano A, ao invés de pular para o C: ser a rockstar que sou! ^^)


Nome: Debora
Apelidos brisas que você já recebeu: Bululu...?
Qual seu signo: Sagitário -- essa eu poderia responder, com certeza, com mais detalhes
Já bebeu a ponto de dar pt: Sim
Já usou alguma droga: Álcool, na adolescência
Já fez algo ilegal: Eu alugava VHS na locadora e gravava com meus dois vídeos
Acredita no destino: No meu destino que eu faço all the fucking beautiful time
Flor favorita: Alguma daquelas delicadinhas
Já traiu: God no
Fale seu três piores defeitos, na sua opinião: Não tenho defeitos :D
Você se acha bonito (a): Not really, mas também acho que não preciso mais disso
Alguma música que te defina neste momento: And I guess that's why they call it the blues, do Elton John, porque uma hora longe é dor demais para mim
Quais suas tara mais esquisitas: Não tenho taras
Qual sua mania mais estranha: Me mastigar
Se você pudesse ser um(a) deus(a) grego(a), qual seria: Atena
O que você queria ser quando era criança: Dancarina do É o Tchan
Qual o seu maior sonho no momento: Me casar e comprar todos os livros, cds e dvds que tenho vontade
(e para terminar) Você já imaginou vacas fazendo nado sincronizado: Sim, me imaginei razendo nado sincronizado quando eu tinha uns 6 anos. :)

Tempo

O tempo perguntou pro tempo
qual é o tempo que o tempo tem.
O tempo respondeu pro tempo que
não tem tempo de dizer pro tempo
que o tempo do tempo
é o tempo que o tempo tem.



Fico devendo as referências exatas, mas é da seção de trava línguas de um livro infantil sobre folclore e cultura popular. As mais profundas questões filosóficas nos presenteiam vindas de lugares esplêndidos.

MUR!

Ooooopa, Universo!
Tá legal, eu aceito esses desafios doidos numa bôua. Até porque eu acabo sempre procurando a loucura, né?
Agora, que puta provação essa lição de desapego, hein? Putaqueopariu! Pelo jeito eu aprendi muita coisa meeeesmo.



That's it, por enquanto.

Heeeeeere I go agaaain on my owwwnnnn ♫

Eu quero. E quero MUITO. Mas minha intensidade não é agressividade nem pressa. At all. Sei que você entende isso agora, e não tenho meios satisfatórios para expressar minha imensa gratidão.

Produzir e, principalmente, produzir bem, é um dos maiores prazeres da minha vida. Sou tão, mas tão abençoada que consegui um emprego no qual posso produzir, de maneira diversas, um pouco de tudo de que gosto. Arte gráfica, dissertação publicitária, projeto de interiores, criação de conceitos. Oh my fucking goodness! Que alegria!

Estou aprendendo coisas importantíssimas pelo amor. Poderia ser dor, se já não tivesse dado tantos passos decididos e firmes para frente. Quanto mais forte, mais flexível. Quanto mais decidida, mais doce. Estou começando a me tornar isso.

Éééééééé, heheheeee... ;-)

Unreal Nightmare

Tive o pior dos pesadelos de todos os tempos. Mas só tenho tempo para as coisas boas.

***

Eu estava, de uns 4 ou 5 anos até alguns meses atrás, tentando reencontrar aquela sensação deliciosa das manhãs do primeiro e segundo colegiais. Acordar às 6h, tomar um banho, entupir os olhos de lápis preto, colocar uma camiseta do Metallica, o All Star remendado e ir me encontrar com aquelas pessoas queridas. Medos financeiros que não superavam a alegria juvenil.
E lendo os posts daqui pude perceber que consegui evoluir, dar uma volta à frente na espiral da evolução interior. Não tenho mais tantos frios na barriga porque estou mais próxima do centro. Menos altos e baixos. Menos dramatizações. Felicidades e agradecimentos mais profundos, tranquilos e reais.

***

Comunicação é algo divino.
Como é bom andar ao lado de alguém com quem posso falar sobre tudo, e sempre resolver tudo. Observando nossos interiores; curando e criando.
Feedbacks.
Não tenho palavras para agradecer. So many things to be greatful for.

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Desesperada e entusiasmada. Resmungona e sorridente. Divirto-me com pouco.

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